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21 de jun. de 2019

GOOD OMENS: SÉRIE COM MUSICAS DO QUEEN

  Resultado de imagem para good omensGOOD OMENS - PORQUE TANTAS MUSICAS
DO QUEEN NESTA SÉRIE?
Good Omens  - Série do selo Amazon Studios. É a história do anjo (Michael Sheen) e do demônio (David Tennant) encarregado de manter sob controle o Anticristo.No início, Good Omens parecia um projeto irrealizável: dizer que passou pelas mãos de Terry Gilliam, tudo está dito. Mas o Apocalipse é o que tem, e no final o romance de Neil Gaiman e Terry Pratchett se tornou uma série com o selo Amazon Studios.

Agora, um dos mistérios permanece sem resposta. Porque na série as músicas do Queen soam o tempo todo? Há uma razão pela qual a música de Queen é tão fortemente caracterizada na trilha sonora de Good Omens - além, é claro, da simples razão de que adicionar músicas do Queen a qualquer coisa a torna inerentemente melhor. Em questões de audição, Bohemian Rhapsody (quando o demônio aparece), Another One Bites the Dust (durante certo carreira flamejante pela auto-estrada M25) ou Somebody to Love (em um dos momentos mais ternos do show). Uma pergunta:  a questão inferno tem para ver o fim dos dias com Freddie Mercury? === Bem, nós temos a resposta. E isso não tem nada a ver com o fato de que o sucesso do Bohemian Rhapsody tornou Queen uma moda na outra vida.

É, de fato, uma maldição. A maldição que Gaiman e Pratchett muito expressa em seu livro, que revela que este foi publicado em 1990, quando as fitas ainda eram um meio comum para tocar música. Como convém a essa altura, o carro de Crowley (o demônio interpretado por Tennant) tem uma fita de rádio. E, pelos desígnios dos poderes infernais, qualquer fita que passe mais de duas semanas dentro do referido toca fitas torna-se um grande sucesso do Queen.

Pobre Crowley, fã como é da música clássica, disse que a maldição o quebrou perdido. E é uma pena que a série não incorporou elementos particularmente cruéis de que, como o fato de que as músicas do Queen, se conectam o estilo de compositores famosos. Nós nunca saberemos como o I Want to Break Free soa como Beethoven ou Fat Bottomed Girls soa como Vivaldi. E é uma pena.

Ironicamente, esse apelo alegre à música do Queen causou a rejeição de muitos críticos literários, que consideravam a banda uma relíquia de mau gosto. Agora, no entanto, Bohemian Rhapsody, mais uma vez elevou Freddie e seus filhos aos patamares de popularidade e a série se beneficia disso. Algo que Neil Gaiman (que não é exatamente um fã) reconhece categoricamente: "Sou muito grato ao Queen por ter se tornado moda novamente. A ideia de que eles ainda seriam populares 30 anos após a publicação de Good Omens nunca passou pela minha cabeça. "


MUSICAS E OS EPISÓDIOS
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You're is my best Friend está oficialmente no trailer da série !

"Bohemian Rhapsody" é mais usado, particularmente no 1o episódio, com o demônio Crowley (David Tennant) chegando em sua reunião para discutir a vinda do Anticristo enquanto Freddie Mercury canta que "Belzebu -  tem um demônio posto de lado  " Pedaços da música também podem ser ouvidos enquanto Crowley recebe suas ordens sobre onde entregar o bebê anticristo e pouco antes de sua chegada ao hospital, que é definido como "It's A Hard Life".  == "Bohemian Rhapsody" aparece novamente no final do episódio 5 e no começo do episódio 6 (apesar de clipes diferentes serem usados) quando Crowley chega dramaticamente à base da USAF onde o fim do mundo começa, ao volante de seu Bentley em chamas.

"Days Of Our Lives"  - Episódio 2 - pouco antes de Crowley colidir com o dispositivo da bicicleta Anathema Device,  "Bicycle Races" toca de fundo no carro de Crowley enquanto ele lhe dá uma carona. O episódio 5 começa com Crowley correndo pelas ruas de Londres até "You're My Best Friend", enquanto ele tenta chegar à livraria dirigida por seu melhor amigo, o anjo Aziraphale. Quando Crowley descobre que a loja está pegando fogo e conclui que alguém matou Aziraphale, ele emerge das chamas do hit "Somebody to Love", inspirado no romance gospel de Queen, tendo finalmente enfrentado seus sentimentos pelo anjo.

"Another One Bites The Dust" é usado no episódio 5 de Good Omens, enquanto Crowley fica preso no tráfego na rodovia M25 em torno de Londres e "I'm In Love With My Car" explode quando Crowley passa pela parede de fogo ao redor Londres. Balada de poder Queen, "We Will Rock You", toca quando Crowley e seu Bentley estão envoltos em chamas "rock the world" de um infeliz vigias de bairro na aldeia de Tadfield, Crowley pede informações enquanto aparentemente não sabe que seu carro está pegando fogo. Finalmente, uma banda de metais pode ser ouvida tocando "Lazing on a sunday afternon" toca enquanto Crowley e Aziraphale se encontram no parque pouco antes de seus respectivos sequestros.
https://cinemania.20minutos.es/serie/good-omens-canciones-queen/
https://screenrant.com/good-omens-queen-songs/

                                                

                                                                  
                                                                  KILLER QUEEN

                                                          
 
DON'T STOP ME NOW
 
                                                                 

4 de jun. de 2019

KEEP YOURSELF ALIVE do album Debut de 73

 === KEEP YOURSELF ALIVE == 1a faixa do album de estréia da banda, de 1973 == Brian May a escreveu logo após a banda ser formada, antes de John Deacon entrar para a banda. De acordo com Brian que disse num especial de rádio de 1977 sobre o álbum "News of the World", ele escreveu a letra pensando nela num tom irônico, mas seu sentido mudou completamente quando Freddie Mercury a cantou.

Resultado de imagem para keep yourself alive queen Mercury pode ter ajudado nos arranjos musicais, baseado no fato de que (como foi lembrado pelo ex-baixista, e pela banda) eles estavam num período mais colaborativo no dias pré-estúdio e ele era quem geralmente dava as ideias estruturais. Embora seja bem possível que ele tenha contribuido com ideias para a música (os tipos de modulação e a forma expandida estão mais próximas do seu estilo do que ao de May), o fato é que, mesmo nesse caso, Mercury seria mais um co-arranjador do que um co-autor (como George Martin em canções dos Beatles).

A canção gruda na cabeça e já mostra a insana qualidade de Brian May na guitarra, com criações que servem de coluna para a música, que sabe recuar para dar espaço a um bem vindo solo de bateria e que faz variações tonais aparentemente desconexas dentro da base harmônica da faixa (para um ouvinte desatento) mas que não só funciona muito bem como nos faz perceber a intenção de May (que compôs a canção) em ligar os vocais do trio em “partes distintas”, daí os riffs plurais que ele espalha ao longo de quase 4 minutos.

Não há dúvidas que foi a escolha certa para fazer a abertura do disco, até porque ela tem um poder que pouco se repete no álbum — e não é algo negativo, entenda, já que a tendência mais acústica e de músicas-suíte são a característica da maioria das canções restantes do álbum.
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Tema de riff hardrock A primeira introdução esmagadora da guitarra mostra um som incomum sob o efeito de um flanger, em que o riff memorável que é a base da canção, aparece. O refrão é muito mais "Radio friendly" do que o resto do tópico. As palhetadas iniciais já mostravam o que estava por vir. Um rock energético, uma vocalização bem encaixada – tipo pergunta e resposta. Um refrão grudento e uma palhinha de bateria de Taylor marcam a abertura do álbum. Esta faixa seria tocada ao vivo por toda a carreira da banda.
Em 6 de julho de 1973, foi lançado como o1o single do Queen, . Apesar do potencial visto pelos produtores e o próprio grupo, a música passou desapercebida pelo público, não estando em nenhuma parada

CURIOSIDADE - A primeira versão, gravada em 1971 no De Lane Lea, trazia uma introdução acústica gravada no violão Hairfred, de Brian May. Outra curiosidade sobre o arranjo instrumental: sete linhas de guitarra foram sobrepostas nas gravações, usando a Red Special, tocada por May, além de um pedal phaser aplicado à guitarra principal. Há também uma breve participação vocal de Brian no trecho “two steps nearer to my grave” (a dois passos mais perto da minha cova)."
  ( Video- Keep yourself alive  - live in Huston 1977 )

                                   

27 de mai. de 2019

AS UNIÕES ENTRE AS MÚSICAS DO QUEEN



Quando escutamos os 1os álbuns da banda percebemos que várias musicas se ligam entre si. Isto é  determinadas faixas dos álbuns não terminam exatamente, mas se ligam imediatamente com a faixa seguinte, sem ter um final e sem intervalo ente as faixas, dando a impressão de que a musica seguinte é continuação da faixa anterior. Saiba melhor como isso acontece!
 
O Queen muitas vezes abusou dessa ideia de juntar as canções em seus álbuns, e isso funcionava perfeitamente, virando uma das marcas da banda.

O álbum Queen II, pode ser considerado como "O Pai das Canções Unidas do Queen". Aqui a banda abusa dessa genialidade de dar continuidade a parte dos temas desse álbum. No White Side, aonde a maioria dos temas foram escritos por May, lá podemos encontrar essa fórmula da banda.
A 1a música desse álbum, Procession, não termina completamente, mas junta-se à próxima do disco, Father To Son, que por sua vez, se une com a canção White Queen (As It Began) até a última nota.

No lado Black Side, cujo a maioria das músicas foram escritas por Mercury, também se encontra essa formúla de união. Ogre Battle termina com um poderoso gongo para iniciar a canção The Fairy Faller's Master Stroke, enquanto se termina pouco a pouco  as notas do piano para que Nevermore faça a sua aparição. Outra união do mesmo álbum se vê entre as músicas The March Of The Black Queen e Funny How Love Is. A conexão das musicas não se fazem apenas entre músicas, mas sim vão além, até com outros álbuns.
Resultado de imagem para albuns queen sheer heart attackA última canção do Queen II, Seven Seas Of Rhye, termina com uma clássica música inglêsa chamada I Do Like To Be Beside The Seaside, música de 1909 de Mark Sheridan. No álbum seguinte do Queen, Sheer Heart Attack, na 1a faixa, Brighton Rock se ouve uma multidão de pessoas em um parque de diversões, e um homem assobia uma canção que é a mesma de Mark, uma referência a música do Queen II.Sheer Heart Attack.
Também tem essas uniões de músicas entre os temas, como em Tenement Funster, Flick Of The Wrist e Lily Of The Valley. Em outro exemplo pode-se dizer que In The Lap Of The Gods e In The Lap Of The Gods... (Revisited) há algo em comum, não só no título, mas também no significado de suas letras.

Em A Night At The Opera, a união ocorre entre as canções The Prophet's Song e Love Of My Life. A 1a, Prophet's Song começa com um som de vento e harpa e  termina com o mesmo som de vento e harpa,  emendando imediatamente com o suave piano de Love Of My Life sem nenhum intervalo. Essa união do final de  Prophet's Song na harpa dá uma sensação ao ouvinte de que essa harpa final é o começo e introdução da musica seguinte no caso, Love of my life, mas não.
 
Em Day At The Races também utiliza essa fórmula de união, só que um pouco diferente das já citadas. A última música, Teo Torriate (Let Us Cling Together) termina com o som inicial do 1o tema do álbum, Tie Your Mother Down.

No álbum Jazz, na canção More Of That Jazz, ocorre um espécie de mix no final da música com pedacinhos de algumas canções que se encontram nesse mesmo disco, como se fosse um resumo, são elas: If You Can't Beat Them, Dead On Time, Fun It e Fat Bottomed Girls.

Em The Miracle, as 2 primeiras canções, Party e Khashoggi's Ship, são apresentadas no álbum praticamente como se fossem uma só, mas na verdade são duas diferentes, pois não existe intervalo entre elas. A história contada em uma,  continua na sendo contada na outra musica. Na primeira, Party somos convidados a curtir uma festa, e na segunda Freddie nos diz que ninguém pode parar a sua festa.

Da mesma forma e que poucos sabem, aquela introdução da musica  Breakthru é na verdade um trecho de uma canção que Freddie tinha começado a compor pro mesmo álbum the Miracle, chamada A New Life Is Born mas que não foi terminda. Ai resolveram pegar o trecho introdutório dessa musica do Freddie e acrescentar como introdução de Breakthru, a musica de Roger, formando uma faixa só.  Elas então se unem para dar vida a um tema energético e alegre.
No Álbum Innuendo acontece a mesma coisa.  A faixa Bijou é produto de duas faixas que foram fundidas: Bijou de Brian e You And Me de Freddie.
 fonte - https://aminoapps.com/c/queenoficial/page/blog/as-unioes-entre-as-musicas-do-queen/jZ2z_P8UKu3LVvWbLRa4Y2jnXeQNVL2eVM

23 de mai. de 2019

FUN IT - LP JAZZ tradução

A letra datilografada de "Fun It", com várias anotações e correções
feitas por Roger (autor da música),
marcando inclusive as partes onde ele e Freddie cantam.
 
FUN IT tradução
Divirta-se

Imagem relacionadaTodo mundo de manhã
Deveria se alongar
Todo mundo de noite
Deveria se divertir, a noite toda
Agora temos um movimento
Não evite isso, divirta-se!
Você não vê que está dançando livremente?
Se divirta um pouco, junte-se à nossa dinastia
Vamos dançar até o chão
Você é o cara, o melhor da cidade
Ei pessoal todo mundo vai
se divertir esta noite
Apenas apertando as
solas dos seus pés
Todo mundo todo mundo
vai se divertir esta noite
Esse é o único espírito que
você vai conhecer
Eles comentam o quanto você dança
Essa é a melhor parte de estar vivo
Resultado de imagem para BALADA E DIVERSÃOO ritmo está em todo lugar
Faça do seu próprio jeito
Mexa seus pés e me ensine
Levante e dance querida,
pois é de graça
Ei pessoal todo mundo vai ter
um bom momento esta noite
Apenas apertando as
solas dos seus pés
Todo mundo todo mundo vai ter
um bom momento esta noite
Sou o único solteiro
que você vai encontrar

Não evitem, divirtam-se!
Não evitem, divirtam-se!