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27 de mai. de 2019

2011Entrevista Peter Freeston assistente de Freddie

(Fonte: queenbrazil facebook - 28 janeiro 2016)

  Entrevista  de Peter Freeston, para swissinfo.ch, - dez 2011
Ele foi assistente pessoal de Freddie Mercury por 12 anos

 
O jornal sswissiinf.ch encontrou com Peter Freestone em um bar na cidade de Montreux, às margens do lago Léman. "Ouça a musica, diz indica uma caixa de som no bar. Pode apostar, é uma música do Queen." Ele viu mais de 300 concertos do Queen e diz o mais incrível foi em São Paulo.
Vinte anos atrás, o mundo da música perdia uma das figuras mais extravagantes e talentosas da histórica do rock. Há 20 anos, Peter Freestone perdia um grande amigo, ainda hoje recorda com afeto e emoção. Durante 12 anos, Peter Freestone viveu ao lado de Freddie Mercury, 24 horas por dia, 365 dias por ano, até o momento de sua morte. Foi assistente, cozinheiro, motorista e amigo fiel da voz do Queen. "Freddie era astro, vivia só para ele", diz com modéstia aquele que assistiu os concertos no mundo inteiro e frequentou grandes nomes da música, de Michael Jackson a David Bowie.

swissinfo.ch: Como se faz para ser assistente pessoal de um astro? - Encontrei esse trabalho no momento certo, em 1979. Eu era mestre do guarda-roupa da Opera Real de Londres e Freddie foi convidado para um evento beneficente. Depois de vê-lo cantar Crazy little thing called love e Bohemian Rhapsody fui cumprimentá-lo e ele elogiou meu trabalho. Duas ou três semanas depois, o empresário do Queen me chamou perguntando se eu podia cuidar dos figurinos de uma turnê pela Inglaterra. Fiz isso no primeiro ano, depois Freddie me convidou para trabalhar na casa dele em Londres. Em 12 anos de trabalho, nunca assinamos um contrato.

swissinfo.ch: O que o senhor fazia?-.Atendia telefone, recebia visitas, fazia compras, pagava  contas, cozinhava, lavava roupa. Fazia tudo para que Freddie pudesse se concentrar exclusivamente em sua música.

swissinfo.ch: E quanto pagava? - Em torno de 6 mil libras por ano. Mas eu não gastava nada. Quem gastava era Freddie. Então meu salário seria de 25 mil libras. Férias praticamente não tinha. Acompanhava Freddie nas férias dele, mas eu sempre tinha o que fazer. Uma vez perguntei se podia sair duas semanas e ele me respondeu: "Mas acabamos de voltar das férias!" (risos).

swissinfo.ch: Freddie era amigo mas o senhor trabalhava para ele. Como encontrar um equilíbrio?- Minha relação com Freddie dependia muito das circunstâncias. Mudava continuamente, de profissional a uma relação de pura amizade. Hoje ele brigava comigo, não porque tinha feito algo errado, mas simplesmente porque precisava desabafar. Ele sabia que eu o compreendia. Sempre pedia minha opinião, mas depois fazia como passava pela cabeça dele. (risos). Com Freddie imperavam os valores da amizade. Para mim foi o amigo mais leal, generoso e gentil que eu conheci. Fomos até juntos estudar em um convento na Índia. Eu aprendi muito com ele.

Imagem relacionadaswissinfo.ch: O Freddie “verdadeiro” era muito diferente do superastro dos palcos? - Todos conhecem seu lado musical, o artista, os shows. Poucos sabem que Freddie era uma pessoa muito tímida, pacata. Adorava ficar na Garden Lodge, sua casa em Londres. Não importava a hora em que ia dormir, levantava sempre às nove da manhã. Tomava chá, se vestia como queria e brincava com os gatos, depois tratava dos peixes. Essas coisas o faziam extremamente feliz. Quando saia, às vezes trajava jeans, casaco de pele e óculos de sol. Nesse momento Freddie tornava-se o astro e se mostrava como os fãs queriam ver. Adorava rir. Em público fechava a boca porque tinha vergonha de seus dentes. Nunca tratou porque tinha medo de prejudicar a voz. Em casa, às vezes compensava: ria muito, sem vergonha.

swissinfo.ch: Fale dos concertos. Quantos viu? - Na plateia, só dois. Nos bastidores pelos menos 300. O mais incrível foi em São Paulo, no Brasil. Havia 139 mil pessoas. Não sei descrever, mas era uma atmosfera excepcional, única. Freddie se apresentou duas vezes em Montreux, no Festival Rosa de Ouro. Por exigência da televisão teve de cantar em playback, coisa que ele detestava. No festival de San Remo também ocorreu isso. Foram somente essas duas vezes que ele cantou em playback. Antes de entrar no palco, bebia sempre um chá de limão com mel. Não sei se ele realmente precisava. Depois do concerto tinha que sair e era uma festa. Com toda a adrenalina que tinha não podia voltar para o hotel.

Imagem relacionadaswissinfo.ch: Freddie vinha a Montreux para gravar. Quais são suas recordações? - A primeira vez foi em 1981. No Estúdio Mountain gravamos Under Pressure com David Bowie. Naquela época a Suíça era como um sonho, um lugar mítico onde todos queriam vir. Ainda hoje, ao ver os Alpes tenho uma sensação particular. As montanhas estão aqui há milhões de anos, mas a cada manhã parecem diferentes. Hoje milhões de fãs de todo o mundo vêm a Montreux para ver a estátua de Freddie. Quando vêm aqui são bombardeados de emoções. Para eles também é especial. Em Londres, onde era a casa dele, as emoções são menores.
 
swissinfo.ch: Como era o dia em Montreux? Muito chato. Às duas da tarde entrávamos no estúdio de gravação. Todo dia. Às vezes Freddie ficava duas horas, outras até às quatro da manhã, conforme a inspiração. Enquanto eles gravavam eu esperava. Na cidade não tinha muito o que fazer, tinha no máximo um par de casas noturnas. Vinha-se a Montreux somente para trabalhar. Não dava tempo de fazer mais nada. Para ir do Palace Hotel ao estúdio tinha 500 metros, mas Freddie queria sempre ir de carro para não perder tempo. No início ele detestava a tranquilidade de Montreux. No final era justamente o que ele gostava. A serenidade do lugar o atraia nos últimos anos de vida.

swissinfo.ch: Como as coisas mudaram depois que Freddie anunciou que era soropositivo?  No começo, Freddie parou de sair. Depois continuou a fumar e a beber. Em outubro de 1989, o médico disse-lhe que morreria antes do Natal. Mas sua força de vontade o fez viver mais dois anos. Freddie sabia que nada podia fazer contra a doença. Era isso e pronto. Mas não abandonou e se concentrou a fundo na música, que era sua vida. Aliás, quando soube que estava doente (1987) fez The Miracle, Innuendo e Barcelona. Trabalhava mais que antes. Sabia que tinha o tempo contado e queria fazer o máximo. De minha parte, pensava ter suportado bem a morte de Freddie. Depois me dei conta que não era assim. Três anos depois escrevi um livro e foi uma terapia para mim: pude colocar para fora minha dor. Freddie me dizia sempre que se fosse escrito um livro sobre ele, devia contar as coisas brutas. No meu livro também falo de coisas negativas, das festas e das drogas. Não menti. E Freddie acreditava na sinceridade. Sinto falta dele. Por vezes penso na vida que levamos. Mas depois me digo que foi sorte viver 12 anos com ele. Freddie dizia sempre não pensar no passado.
 
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Swissinfo.ch: o senhor deu muitas entrevistas depois da morte de Freddie. Já disse tudo? Não. Há coisas que as pessoas não devem saber. Gosto de conversar com os fãs, mas há coisas que guardo para mim há anos. Quando me abordam respondo com prazer o que vi. Passei doze anos incríveis e tudo está gravado em minha mente.
 

23 de mai. de 2019

1974Entrevista de Freddie a Melody Maker .


"Eu posso criar todos os tipos de coisas".



Não há nada como uma carência de estrelas de herói para fazer uma indústria de mídia se contorcer com desânimo. Magnatas do cinema, incapazes de encontrar sucessores para Monroe e Gable, estão fazendo um culto de anti-estrelas. Mas a indústria pop precisa do potente elixir, a excitação de us...ar superlativos honestos para selar o sangue, elevando os espíritos. E os escribas pop, como peregrinos úmidos e cansados ​​esperando o amanhecer, estão ansiosos para coroar um novo herói.

Então, justamente quando o prognóstico parecia pavoroso, com um whoooosh deslumbrante, queridos, Freddie Mercury se levantou.

De repente, descobrimos em nosso meio um exótico dançarino, um cantor quixotesco, um Elgar eletrônico que escreveu alguns dos hinos de rock and roll mais espalhafatosos e audazes a serem ouvidos em uma década.

Freddie, conhecido por sua atenção meticulosa aos detalhes, não poderia ter planejado melhor sua aparição herdeira. Ele pagou suas dívidas.

Com o Queen (Brian May - guitarra, John Deacon - baixo, Roger Taylor - bateria) ele teve quatro anos para pesquisar a cena e construir a base frenética que o deixou impassível à falta de afeição em outros quadrantes. No entanto, com a entrega do "Sheer Heart Attack", todos os amortecedores veementes com os quais os críticos receberam as duas ofertas anteriores de Queen se voltaram para efusões de entusiasmo irrestrito.

 Freddie está usando calças de cetim cinza-ostra, uma blusa de cetim creme antiga e uma jaqueta de veludo escarlate. Seu cabelo é muito preto, ele pisca olhos de ébano e seu sorriso revela uma fileira de dentes brancos perolados que parecem prontos para mergulhar em uma refeição de hambúrgueres. Ele está batendo no tapete com uma bota branca, a mesa com uma caneta e por um momento me pergunto ansiosamente se estou de frente para uma prima donna irritada. Mas "Não, Mercury não é meu nome verdadeiro, querida. Eu mudei de Plutão", Freddie zomba. Sua piada gentil e inexpressiva quebra o gelo.

 Quando você formou o Queen pela primeira vez, você sonhou bem alto? eu perguntei. -É isso aí. Todo o grupo apontou para o topo. Não vamos nos contentar com nada menos. É por isso que estamos nos esforçando. Tem que estar lá. Eu definitivamente sei que temos isso na música, nós somos originais o suficiente ... e agora estamos provando"
disse Freddie, sendo incomumente forte.

 Você deve ter muita autoconfiança? - Você tem que ter confiança neste negócio. É inútil dizer que você não precisa. Se você começar a dizer para si mesmo: 'Talvez eu não seja bom o suficiente, talvez seja melhor eu me contentar com o segundo lugar', não é bom. Se você gosta da cereja no topo, você tem que ter confiança. Eu era uma criança precoce. Meus pais acharam que o internato me faria bem, então me mandaram para um quando eu tinha sete anos, querida. e eu acho que foi maravilhoso. Você aprende a cuidar de si mesmo e me ensinou a ter responsabilidade.

 Seu plano de fundo é bastante rico então?" -"Não, não era tão rico quanto as pessoas pensam. Era de classe média. Mas eu suponho que pareça afluente. Eu amo isso. Eu ainda faço. Tudo faz parte de como você se sente e como se projeta.

  Freddie deixou o colégio interno quando tinha 16 anos. Estudou piano clássico, no 4º ano, mas sendo um rapaz artístico, seus pais o encorajaram a desenvolver esse talento criativo.
"Eu fui para a Escola de Arte Ealing um ano depois que Pete Townshend saiu. A música era uma atividade secundária para tudo o que fazíamos. A escola era um terreno fértil para músicos. Eu escutei Hendrix. Recebi meu diploma e então pensei: Eu fiz isso por alguns meses, mas fiz isso por tanto tempo que pensei, 'Meu Deus, já fiz o suficiente'. O meu interesse não estava lá. E a coisa da música cresceu e cresceu. Finalmente eu disse: 'Certo, estou dando o mergulho, é música'. Eu sou uma daquelas pessoas que acredita em fazer as coisas que lhe interessam. A música é tão interessante, querida. 

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Você sempre foi um pouco performer? - Bem, no palco eu só sinto. Para ser honesto, a performance vem muito facilmente. Não me levo muito a sério. Quero dizer, eu sei que soa vaidoso e há muitos reveses e muitas tensões e nervos, mas não tanto quanto costumava ser. Agora somos uma banda que sabemos que as pessoas vêm nos ver. Ser apoio é uma das experiências mais traumáticas da minha vida.

  Sim, parece que a tensão teve seu pedágio. Brian abandonou a primeira turnê americana com hepatite e Freddie foi atormentado com furúnculos. "Eu te digo, eu sinto os efeitos da turnê. Nós terminamos a turnê britânica na noite passada e eu sinto como se tivesse feito uma maratona todas as noites. Eu tenho hematomas por toda parte. Porque é a música que importa, você tem que ter certeza de que há pessoas importantes ao seu redor, cuidando de você.

  "E agora, e o espectro do seu sucesso? Ele aparece diante de você e o mantém acordado à noite?" - "Muitas vezes eu tenho pesadelos bem cruéis - como a outra noite pouco antes do concerto do Rainbow. Estávamos dormindo no Holiday Inn e eu sonhei que saí para a varanda do hotel e a coisa toda caiu e eu estava no chão. Realmente fiquei petrificado quando acordei de manhã e Roger tem esse pesadelo onde ele está bebendo uma garrafa de Coca-Cola e a garrafa quebra e ele sentiu o vidro todo no caminho até o sistema dele. Coisas ridículas como essas são causadas pela tensão que se acumula.

"Com toda a energia que você vai colocar em turnê na Europa e na América nos próximos meses, você vai encontrar tempo para escrever?" - Bem, eu nunca realmente me sento ao piano e digo: 'Certo, eu tenho que escrever uma música agora.' Eu sinto algumas coisas e tenho idéias, é muito difícil de explicar, mas sempre há várias idéias passando por minha cabeça, 'Killer Queen' era uma música que estava realmente fora do formato que eu costumo escrever. Geralmente a música vem em primeiro lugar. mas as palavras vieram para mim, e o estilo sofisticado que eu queria colocar na música veio em primeiro lugar. Não, eu nunca conheci uma mulher assim. Muitas das minhas músicas são fantasia. Esse é o tipo de mundo em que vivo. É muito extravagante, e é desse jeito que escrevo.

Você não precisa de dinheiro para dar um ar de ser ..." Ele faz uma pausa, como se estivesse com medo de revelar muito sobre si mesmo. "Eu não sei - uma espécie de extremo. O showbiz de entrar em uma sala e garantir que as pessoas saibam que você está lá. Eu adoro ser capaz de me deixar ir às vezes. O ideal para um grupo que é bem sucedido é produzir mais da fórmula que funcionou, mas queremos progredir em nossos próprios termos.

 Você terá que tirar uma folga para escrever novas músicas? - Depende. Ninguém sabia que iríamos nos dizer que tínhamos duas semanas para escrever o 'Heart Attack'. E era a única coisa que podíamos fazer. Brian estava no hospital."

 O que você sente sob esse tipo de pressão? - Bem, Killer Queen eu escrevi em uma noite. Eu não estou sendo vaidoso ou algo assim, mas isso só aconteceu. Certas músicas fazem. Agora, 'March Of The Black Queen', isso levou séculos. Eu tive que dar tudo, para ser auto-indulgente ou o que for, mas com 'Killer Queen' rabisquei as palavras no escuro no sábado à noite e na manhã seguinte eu as juntei e trabalhei o dia todo no domingo e pronto. Isso foi ótimo. Certas coisas simplesmente se juntam, mas outras coisas que você tem que trabalhar. A banda toda é muito particular. Nós não entramos em meias medidas e eu sou muito duro comigo mesmo. Se eu pensasse que uma música não estava certa, eu descartaria isso, eu sou muito intrincado e delicado. Você pode ver isso em minhas pinturas. Eu amo pintores como Richard Dadd, Mucha e Dali, e eu amo Arthur Rackham ".
Você está no caminho de ser um enorme símbolo sexual andrógino. Qual a sensação de saber que existem milhares de rapazes e moças por aí que querem um pedaço de você para si?

  "É uma ótima sensação. Eu toco no bissexual porque é outra coisa, é divertido. Mas eu não coloco o programa porque sinto que preciso e a última coisa que quero fazer é dar às pessoas uma ideia exata. Eu quero que as pessoas elaborem a sua própria interpretação de mim e da minha imagem. Eu não quero construir uma moldura em torno de mim e dizer: 'Isto é o que eu sou' ou 'Isto é tudo o que sou'. Para ser honesto, eu gostaria que as pessoas achassem que não há falsidade em mim, porque oque eu faço é realmente meu personagem. Mas eu acho que a mística, sem saber a verdade sobre alguém, é muito atraente. Eu estaria fazendo uma injustiça se eu não usasse maquiagem porque algumas pessoas acham que é errado. Mesmo falar sobre ser gay costumava ser desagradável e inaudito, mas vão embora esses dias. Há muita liberdade hoje e você pode se colocar do outro jeito que quiser. Mas eu não escolhi essa imagem, eu sou eu e na verdade metade do tempo eu deixo o vento me levar."

"Eu não saio para ter uma companhia muito gay, mas, eu lhe digo, neste negócio é muito difícil encontrar amigos - ter amigos leais e mantê-los. Entre meus amigos há muitos gays e muitos amigos, meninas e muitos homens idosos. O homem que eu tenho como motorista - nós construímos tal vínculo, é um tipo de amor, e eu não me importo com o que as pessoas pensam sobre isso. Colocar pessoas em diferentes categorias é injusto. Você tem que julgar as pessoas sobre o que elas são. "

Que tipo de pessoa és tu? - Como você espera que eu responda a uma pergunta como essa, querida! Existem vários aspectos de mim. A coisa que mais valorizo, acima da música, é conhecer pessoas. Eu gosto de ser sociável, sair para funções e coisas e, geralmente, eu sou simpático, eu acho, mas eu posso mudar e ser muito mal-humorado e desagradável. Eu sou uma espécie de camaleão, o sucesso está me ensinando muitas coisas e estou me adaptando. Você tem que aprender a lidar com decisões muito rapidamente. Não há nada sobre o assunto neste negócio.

  Você acha que está no controle da viagem de sucesso? - Nós vamos tentar controlá-lo o máximo que pudermos. Você tem que ter certeza de que você nunca vai admitir para si mesmo que este é o s- eu pico. Se você admitir para si mesmo que este é o seu pico, então você está no caminho para baixo. Eu realmente sinto que temos muito mais a oferecer. Há massas esperando na loja que podemos dar.

  Como você se sente sobre o selo superstar? - Honestamente, rótulos como esse são tocantes e acompanham a gente. Fomos rotulados com tantas coisas diferentes e os rótulos são tão ruins quanto bons. Se você levasse os rótulos a sério, seria muito bobo. Fomos rotulados como ' hype', nos primeiros dias. Ficamos ofendidos, mas não levamos a sério porque sabíamos oque estávamos fazendo.

 Você me disse mais cedo que você ama a riqueza. Agora que você está a caminho de se tornar um homem muito rico, oque você vai fazer com seu dinheiro? - Gastar, minha querida. Eu sou o único membro da banda para quem o dinheiro não é muito cativante. Eu sou o único que passa isso direto. Simplesmente vai. Na roupa, e eu gosto de coisas legais ao meu redor .
(fonte: queen on line brasil facebook)