Uma análise musical

| Compacto de Staying Power |
| Compacto de Back Chat |
| Compacto de Body Language |
| Official Programme da Hot Space Tour |
| Compacto de Calling All Girls |
| Compacto de Las Palabras de Amor |

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Conceitual, musicas reflexivas e sensíveis,
além de algo divertido
ROGER - “Eu acho que é mais acessível e provavelmente é mais abrangente. Há muitas coisas diferentes, alguns rocks e algumas coisas mais introspectivas, mais suaves.
Neste registro surge aquele trabalho hábil de embelezar uma música, que para o Queen era uma arte indiscutível.. Portanto, era razoável pensar que essa habilidade de compor também fosse profusa na atividade solo.
Roger se mostrou mais forte adicionando leves toques de eletrônica ao seu som de rock altamente produzido. continuando seu caminho para um som mais atual sem se dobrar para trás para ser retrô como alguns artistas de sua geração. Músico honesto que amadureceu seus gostos e habilidades de composição em certo período. E continua reflexivo, sensível, além de divertido.
Brian May e seu álbum solo Another World
Uma porção de rock ardente e muito otimista
Brian não pretendia encerrar sua carreira solo com apenas um álbum. Porém, com o Queen trabalhando no lançamento de seu último álbum, Made In Heaven, na 1a metade dos anos 90, a criação das músicas para o sucessor de Back To The Light só começou em 1996, e todo o processo chegou ao seu final dois anos depois.
Pouco depois do fim das gravações de Another World e antes da estreia oficial do álbum, o amigo e baterista de Brian, Cozy Powell, morreu em um acidente de carro, e esse fato teve uma forte influência na carreira solo de Brian.
Enquanto o 1o álbum de Brian se refere claramente às conquistas do Queen, no caso dos dois, a questão não é tão simples. Claro, a forma característica de tocar solos e riffs com o uso de vários licks sublimes e monumentais, sons prolongados e o uso do efeito de eco, bem como o vocal agudo, arejado e delicado não puderam ser alterados.
Como resultado, especialmente canções como Business e Cyborg quase esbarram na estética do heavy metal, com um caráter muito intransigente, incomum para o autor de '39. ou Sail away sweet sister.
O resto das faixas apresentam mais melodias, bem como algumas doses de adições calmantes e atmosféricas, bem como baladas românticas. A coisa toda, porém, está mais próxima dos primeiros álbuns do Queen dos anos 70 do que do final da atividade da banda. Mais Brian não renuncia aos picantes licks de guitarra, remetendo às primeiras experiências do rock e até mesmo à estética do rock'n'roll e do blues.
Curiosamente, esses sons tradicionais combinam perfeitamente com o caráter moderno da música, bem como uma produção muito clara e seletiva. Os amantes do talento solo do guitarrista do Queen não vão reclamar muito, pois há muitas apresentações em Another World, e elas são mais graciosas, sem duvida, como em Back To The Light. Em muitos lugares, os sons também podem surpreender tanto com ideias típicas dos anos 90 quanto aquelas que remetem à tradição do rock.
O canto cada vez melhor de Brian, que pode brincar com as canções escritas e seus motivos, dá a eles uma grande dose de folga e menor tensão. É graças a essa interpretação vocal que o álbum é muito positivo na recepção, associando claramente a todos com o período de descanso da primavera e do verão.
Uma impressão muito bo fica com o nível de execução de Cozy Powell, capaz de acertar de maneira perfeita e forte o ritmo da percussão e encantar o ouvinte com passagens densas e muito engenhosas, dando às peças individuais muito peso e sutileza de execução.
Another World é definitivamente um álbum bem interessante que pode ser colocado na prateleira ao lado dos álbuns do Queen sem nenhuma vergonha. É certo que este não é o nível de Sheer Heart Attack ou A Night At The Opera, mas já está no mesmo nível do Jazz ou The Game e definitivamente pode bater álbuns do Queen dos anos 80 se bem que Queen é Queen e não se compara.
Ao mesmo tempo, mostra como o trabalho da banda poderia ser se Brian fosse totalmente responsável pelo Queen.
Infelizmente, este disco se tornou a última conquista do projeto solo de Brian, que, após a morte de Cozy Powell e a turnê de promoção de Another World, se despedaçou e não voltou à vida, porque nos anos seguintes Brian se concentrou principalmente em cultivar o memória do Queen. E o que é mal nisso, nada .... Precisa-se conservar o legado da Rainha pros velhos e novos fãs! Mas bem que poderia lançar um single de rock.... porque não?
Hot Space-Arte da Capa - O conceito da arte da capa do Hot Space pode não ser um conceito inteiramente original - VEJA A CAPA DA BANDA -T.REX - da coletânea "Flyback" dos anos 70, capa esta que talvez trouxe inspiração para a arte final e também o álbum “Let It Be “ dos Beatles, será mesmo?
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| flyback T.REX |
Freddie foi quem sugeriu a arte da capa deste décimo álbum do Queen lançado em maio de 1982. A sugestão dele era apresentar uma imagem gráfica de cada membro da banda em seu próprio quadrado colorido.
A capa foi dividida em 4 partes de cores fortes e em cima de cada cor foi estampado o rosto de cada um dos integrantes em outra cor contrastante e como resultado um contraste radiante de cores!
Cada parte de tinta desta obra é presa a uma ilustração normal com uma sobreposição de acetato, que funciona como papel vegetal com corte preciso e construções frágeis com cada membro da banda sendo único em tamanho e estrutura.
Dá uma impressão de que os rostos foram feitos com carimbos coloridos. E esses rostos também foram impressos na capa de dentro: agora um fundo negro ressalta os rostos estampados. ---
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| Tela de Andy Warhol |
Lançado alguns anos após
a morte de Freddie em 94 e que tem além de vários temas, a sua homenagem ao amigo. A maioria das canções são muito
introspectivas e de ritmo mais lento do que outros álbuns solo RT. No entanto,
isso não é uma coisa completamente ruim. Uma marca registrada do trabalho solo
de RT são tipicamente os flashes brilhantes temperados com alguns momentos
intimistas e reflexivos.
Mais politico do que nunca e composições mais complexas. É um álbum muito bem pensado . A música revela-se outra especialidade nas mãos de Roger, um som mais melódico, novas texturas e letras mais contemplativas.
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VAMOS AS FAIXAS?
1 - Nazis - É um tema bem raivoso do que qualquer coisa. Esta foi uma época em que os skinheads estavam levantando suas cabeças feias na Alemanha e isso irritou Roger. Essa composição foi responsável por um acontecimento estupidamente controverso no RU, sendo proibido nas rádios só por ter o nome Nazi. Enfim, se a mensagem da musica era ser do contra os Nazis porque a baniram?
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2- Happiness - O que é felicidade¿ não é fácil encontra-la.
Ela vale mais que ouro e não pode ser comprada Introdução ao piano dá o tom
suave da musica https://youtu.be/wY1e1r3r5ZU...
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3 - Revelations (Official Lyric Video) - Uma música mais agitada, - uma reminiscência do ótimo trabalho de RT em Strange Frontier. Tema: a situação dos povos do Terceiro Mundo Ela começa de repente com um grito, em seguida a percussão com tambores dá a dinâmica da introdução e assim entra o t…
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4 - Touch The Sky - Dedicada à sua então esposa Debbie Lang:
sintetizadores e um teclado suave fazem a introdução que evoluí para uma
dinâmica mais rápida e cadenciada, aonde a guitarra se junta com a bateria,
dando um tom bem gostoso á canção romântica. https://youtu.be/…
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Foreign Sand - Tem participação
do grande músico de Rock japonês Yoshiki - linda balada de muita pompa e a
grandeza. O tema é a saudade quando você está fora de sua patria e se sente um
estrangeiro. https://youtu.be/YGSJAD8tAbE...
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You Had To Be There - A bateria nessa musica é a que
tem o maior destaque em todo o álbum fazendo uma musica mais intensa. Essa
musica começa com a bateria numa dinâmica mais lenta e devagar vai acelerando e
crescendo se misturando ao sintetizador, ao teclado e a guitarra. …
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The Key - guitarra e
teclados dão o tom. Uma letra reflexiva sobre as verdadades/ mentiras vividas,
que as pessoas apresentam. https://youtu.be/pNRW6IJLwZA...
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Everybody Hurts Sometime - Todo mundo se machuca ás vezes - Você sabe) - E todo mundo ama alguma vez - não tenha medo de mostrar - Se você não se machuca ás vezes - Se você não se suja ás vezes - Você não está vivendo ao todo ! https://youtu.be/o7a8jKNBafE...
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Loneliness. - A letra reflete bem sobre a solidão - Solidão é a
grande maldição/E solidão é o inferno na terra/ Eles dizem que é tudo da mente/
Bem eu estou certo que é verdade/ Mas sabendo que não há uma cura/ Isso não
ajuda nem a mim e nem a você. https://youtu.be…
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Dear Mr. Murdoch - também é uma
composição de protesto direto de Roger ao magnata da mídia Rupert Murdoch, um
norte-americano que possuia um grande número de tablóides. Rupert Murdoch,
também era dono do tabloide britânico The Sun, perseguindo Freddie durante os
seus últimos dias https://youtu.be/WbCt1U5vQU4...
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Dear Friend - uma linda e grande homenagem ao amigo Freddie e uma maneira muito doce de encerrar o álbum. ainda mais tocante. Isso resume o álbum ... terminando com "... descanse em paz velho amigo, para mim você nunca morrerá." Saber que algo já se foi é compensado pelo fato de que eles podem viver em suas memórias.
MAD BAD E DANGEROUS TO KNOW Lançado em 1990 - Foi mais um esforço da banda em comparação ao primeiro álbum do The Cross, e encontrou o grupo desenvolvendo um som de hard rock sólido.
Embora a banda tenda a ser bombástica às vezes, como em "Power to Love", isso não surpreende considerando as raízes do Queen de Roger.
As melhores músicas aqui, entretanto, são as mais simples. "Liar" é construída em torno de um bom groove, enquanto Clayton Moss cantou "Better Things" é um bom número acústico. "Final Destination", a balada que encerra, com um croon comovente de Taylor e poderia caber em qualquer álbum do Queen do final dos anos 70.================================
MAD BAD E DANGEROUS TO KNOW mostra todo o potencial do The Cross no curto período de tempo em que estiveram juntos.
Ao contrário de Shove It, o 1o álbum do the Cross , onde Roger escreveu todas as canções, as tarefas de composição em Mad Bad (assim como no último álbum, Blue Rock) foram compartilhadas e divididas entre todos os cinco, que acabou mudando o Cross para melhor .
Como resultado dessa feliz decisão, ocorreu uma ruptura completa com o pop dance de Shove It, em favor de uma variedade de estilos.
Existem algumas canções com material de sucesso como ('Power to Love,' 'Liar'), canções divertidas e animadas ('Closer to You,' 'Sister Blue'), números descontraídos ('Better Things,' 'Breakdown , '' Final Destination '), e até mesmo heavy-metal limítrofe (' Penetration Guru, '' Top of the World Ma, '' Passion for Trash ').
Mesmo com o revés de 'Old Men', as outras faixas (incluindo uma versão bem-feita de 'Foxy Lady' de Hendrix quando se trata da versão em CD do álbum) diminuem esse déficit. Sem mencionar que Mad Bad está repleto de faixas clássicas essenciais para qualquer um entrar no trabalho solo de Roger Taylor (ou no trabalho solo do Queen em geral).
I WANNA TESTIFY - TURN ON THE TV
1os trabalhos solo de Roger fora do Queen
QUANDO OLHO, ACHO QUE EU. AINDA TE AMO ...
Felizmente,
quando você cresce, você vê que os mitos e lendas, forjadas em sua infância,
são mais adequados à realidade, e muitas vezes vê os seus erros e fraquezas
refletidos em sua própria vida, é claro salvo as diferenças... Seu trabalho
acaba por ser muito humano, felizmente, porque seu personagem (sua natureza
humana) criou, paradoxalmente, uma obra de origem divina. Homero, segundo
pensamento de sua obra "Ilíada" representa os deuses à imagem e
semelhança dos seres humanos, com suas próprias forças e fraquezas ... ou ainda
pior, porque eram dotados de poderes que muitas vezes não são destinados a fins
bons, mas para satisfazer a sua vontade e caprichos.
Quando Freddie escreveu canções, uma vez terminado, tínhamos em mente, que elas eram "produtos para serem consumidos e utilizados como cada um lhes parecesse melhor." Antes certamente que pudêssemos compreender isso, não se poderia conceber as suas belas canções como algo a ser "usado". E assim acabamos entendendo esta expressão.
Quando
os tempos nos parecem duros, tristes ou em estados de espírito onde você quer
sentir uma voz amiga, colocamos sua música, e deste modo, ela se transforma, como
o amigo que nunca falha, que está sempre lá.
Se esse sentimento é geral entre os fãs, podemos usar as próprias palavras e dizer: “When I look and I find…I still love you” (Quando eu olho, acho que ... eu ainda te amo...)
Isto é o verdadeiro poder transformador da música. Uma arte divina que nos aquece, estende a mão, nos agita, nos faz sorrir, chorar e sonhar na imaginação. Assim são, não só as canções de Freddie, mas de todos os outro desta maravilhosa banda. Quem é fã sabe, aonde cada canção nos leva !!
---texto da internet---